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O controlo da carga de treino é uma das ferramentas fundamentais para otimizar o rendimento, tanto dos atletas de alto nível em geral como dos futebolistas em particular.
Sabemos que o rendimento desportivo é um fenómeno complexo e que depende de uma grande variedade de constrangimentos, mas sabemos de que forma estes se relacionam e interagem entre si?
Apesar do crescente interesse que se verifica pelos desportos paraolímpicos, ainda pouco se desenvolveu no campo da investigação do rendimento dos atletas em cadeira de rodas no contexto competitivo.
A capacidade de sprint é essencial na maioria dos desportos, como o râguebi, o futebol e o basquetebol. Mas essa capacidade não se desenvolve em condições estáveis e controladas.
Uma das temáticas que está a suscitar muito interesse entre os investigadores e técnicos desportivos é o estudo dos cenários de máxima exigência ou “worst case scenarios”.
Os que têm acompanhado o futebol de elite ao longo da última década sabem que o jogo está mais exigente do que nunca. Isto coloca mais enfase nos métodos de treino para que os jogadores estejam preparados para as exigências do jogo.
De todas as variáveis que os sistemas de monitorização e registo nos trazem atualmente da atividade dos nossos jogadores, qual é a informação mais relevante? Esta é uma pergunta com que provavelmente se confrontam todos os técnicos, quando começam a gerir o grande volume de informação que se gera em cada sessão de treino.
Pela primeira vez, a nossa nova investigação pode oferecer algumas ideias sobre a metodologia de treino e ajudar a compreender a sua contribuição para o bom trabalho do clube.
Muitos dos inúmeros estudos a esse respeito, contudo, analisam essas exigências tendo apenas em conta algumas variáveis ou empregando janelas de tempo muito alargadas. Um novo estudo realizado por preparadores físicos do F.C. Barcelona analisou vários desses dados com mais precisão.