Atualmente, todo mundo fala em metaverso. As marcas importantes já tem começado as suas provas, e o mundo dos esportes também tem dados os seus primeiros passos lá.
Atualmente, todo mundo fala em metaverso. As marcas importantes já tem começado as suas provas, e o mundo dos esportes também tem dados os seus primeiros passos lá.
Tradicionalmente, os esportes femininos têm sido desvalorizados em comparação com os masculinos. Como é que a visibilidade pode ajudar a convocar mais audiência? Os números estão melhorando?
Os especialistas concordam: quando a pandemia finalmente acabar, os torcedores voltarão aos estádios com o mesmo entusiasmo de antes. Ainda com mais, principalmente no início, enquanto dure o sentimento da necessidade de recuperar uma forma de lazer que haviam perdido. A experiência não passará por grandes mudanças, mas desenvolverá as tendências que já estavam sendo implantadas antes do surgimento do coronavírus. É por isso que os estádios não mudarão radicalmente. Eles só irão avançar em sua transformação.
Assim como em tantas outras atividades da vida diária, o futebol também evolui com o tempo. A combinação de fatores como a modificação das táticas e regras do jogo, o uso de novas tecnologias, a profissionalização do esporte ou a melhora na preparação dos jogadores tem causado mudanças na forma de jogar.
Um dos grandes dilemas enfrentados pelo treinador em um contexto de alta exigência é distinguir entre as necessidades do desempenho partida a partida e as do aprendizado geral do time. O especialista australiano em desempenho motor Derek Panchuk, ex-jogador da NBA, em no artigo ‘Como é um bom ambiente de aprendizagem?’ tentou encontrar um meio-termo teórico para essas contingências que surgem tanto no curto (desempenho) quanto no longo prazo (aprendizado) e em cujo equilíbrio está a virtude.
Os resultados de um estudo da Ypulse sobre os hábitos de consumo nos Estados Unidos após o COVID-19, mostraram que o basquete era o esporte favorito e mais seguido pela Geração Z e pelos millenials. As gerações mais velhas preferiam a NFL, o futebol americano. Enquanto isso, na China, conhecida como o segundo maior centro de basquete do mundo, a NBA é a competição mais seguida. A sua penetração nas novas gerações através do streaming, redes sociais e blogs locais está sendo todo um sucesso. Acontece que, de acordo com as pesquisas de hábitos físicos, junto com caminhar e correr, o basquete virou o exercício mais popular no país.
Um dos mitos mais difundidos no futebol é a existência do gol psicológico. O gol psicológico é aquele que é marcado nos últimos minutos do primeiro tempo, pouco antes do jogo ser interrompido e as equipes seguirem para os vestiários. Acredita-se que receber um gol naquele exato momento pode prejudicar definitivamente a confiança dos jogadores em suas chances de vencer o jogo. Mas então, é verdade que existem os gols psicológicos? As equipes que recebem um gol nos momentos finais do primeiro tempo acabam perdendo os jogos?
O planejamento correto de um programa de treinamento de força envolve o controle de variáveis como a seleção e ordem de execução dos exercícios, o volume, frequência e intensidade do treinamento, a velocidade de movimento e as pausas entre séries.
O álcool, mesmo em doses moderadas, faz parte do cotidiano de grande parte da população. Os atletas não ficam por fora disso, que muitas vezes fecham o dia de treinamento socializando ou comemorando com uma bebida no meio. Todo mundo sabe que o consumo de álcool pode ter consequências importantes para a saúde.
Preste atenção (muita atenção) nos alimentos que consome antes de uma competição, pois você dependerá deles para conseguir um excelente desempenho ou um desempenho insatisfatório em um esporte maravilhoso como é o futebol. No dia de uma partida, é fundamental consumir alimentos corretos e indicados, pois evitará efeitos adversos indesejados para seu desempenho físico.
Existem muitos medos, mas como Lovecraft já falou, um dos grandes génios das histórias de terror, o maior medo dos seres humanos sempre foi ao desconhecido. A gente vive isso desde a nossa primeira infância. O fato de não saber o que há naquele quarto escuro ou de ignorar a quem vamos enfrentar em campo é sempre mais preocupante do que perceber que há um monstro debaixo da cama ou que estamos jogando contra o favorito das apostas. Porque o rival pode ser inexpugnável, mas ele está aí, já sabemos que ele existe e podemos começar a pensar o que fazer ou como agir. Terreno firme em que não podemos pisar se não tivermos informação nenhuma.