Atualmente, todo mundo fala em metaverso. As marcas importantes já tem começado as suas provas, e o mundo dos esportes também tem dados os seus primeiros passos lá.
Atualmente, todo mundo fala em metaverso. As marcas importantes já tem começado as suas provas, e o mundo dos esportes também tem dados os seus primeiros passos lá.
Tradicionalmente, os esportes femininos têm sido desvalorizados em comparação com os masculinos. Como é que a visibilidade pode ajudar a convocar mais audiência? Os números estão melhorando?
Conheça Evelina Cabrera, ex-atleta profissional de futebol e atual treinadora e ativista que se dedica à transformação do futebol feminino em toda América Latina e, nas horas livres, estuda no Barça Universitas. Tivemos um encontro com a Evelina para conversar sobre seus estudos, projetos atuais e futuros, opiniões sobre a situação do futebol feminino.
Desde o começo da pandemia o mundo do esporte vem experimentando mudanças fora do comum. Atento que os torcedores não podem frequentar os estádios, os clubes esportivos têm utilizado massivamente as redes sociais para interagir com eles. Assistir a qualquer time pela televisão se tornou uma das experiências mais incríveis. Porém, o suporte é por meio da tela e não presencial. Os fãs sentem falta da atmosfera e da emoção de estar perto da quadra, então as mídias sociais desempenham um papel cada vez mais importante para mantê-los envolvidos.
A grande maioria dos estudos concordam em afirmar que a nova década de 20 trará a consolidação de tecnologias de realidade virtual (RV) e realidade aumentada (RA). A consultoria PwC (PricewaterhouseCoopers) estima que em 2030 o volume de negócios internacionais terá aumentado em um bilhão e meio de dólares e a quantidade de novas vagas no setor terão ultrapassado a marca atual dos 820.000 para 23 milhões.
No âmbito das empresas, a inovação é fundamental porque entusiasma os clientes, supera a concorrência e cria uma nova oferta de produtos. Hoje em dia, a inovação é o principal fator determinante numa trajetória de sucesso. As organizações estão cientes de que não é possível colocar todos os ovos na mesma cesta, ou ter uma fonte de ingressos só. É por isso que tentam se antecipar aos problemas que possam surgir no futuro, trata-se de uma luta contra a obsolescência.
O planejamento da sessão deve partir da escolha feita pelo treinador do objetivo a ser alcançado pelos jogadores. Trata-se de fazer a estrutura prática da sessão, propondo exercícios que gerem condições de aprendizagem para o auto aperfeiçoamento dos atletas.
Faz anos que o Tottenham Hotspur F.C. vem tomando decisões de vanguarda e incorporando tecnologias se antecipando aos demais clubes de futebol. A título de exemplo, uma notícia que quase passou despercebida em 2018 e que hoje teria grande destaque: o seu contrato de patrocínio com a eToro. Porque, como outras equipes da Premier League, ele aceitou o pagamento em bitcoins. Naquele ano, essa criptomoeda era apenas um valor de mercado interessante para investidores especializados. Hoje, apesar de seus altos e baixos, já é um ativo universalmente reconhecido.
Atualmente vemos uma tendência crescente de atletas se tornando investidores ou empreendedores. Eles percebem que suas carreiras esportivas são curtas e procuram planejar a sua aposentadoria com antecedência. Mas o que faz com que os atletas virem bons investidores? O que eles têm em comum?
Como técnico, seus objetivos são vencer todas a maior quantidade partidas possível e que seu time tenha o melhor desempenho, não é mesmo? Nós também falamos o mesmo idioma quando pensamos na necessidade de que nossos times tenham o melhor desempenho como um grupo, não é isso?