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Um dos debates mais frequentes entre os agentes esportivos que se dedicam à formação de talentos, está relacionado com a conveniência ou não de uma especialização precoce por parte de jovens atletas.
O sucesso de uma equipe é representado, em grande parte, pela disponibilidade para jogar dos atletas que a compõem, isto porque as lesões influenciarão exponencialmente nos resultados que a equipe vier a atingir no final da temporada.
O retorno dos campeonatos quase três meses depois, inclui uma mudança no regulamento que permite no máximo 5 alterações por jogo e amplia o número de atletas convocados por cada equipe.
Traços fisiológicos, antropométricos e psicológicos são parcialmente herdados, mas o interesse em descobrir técnicas que possam prever o talento esportivo, através do uso da genética, aumentou nos últimos anos.
A chegada da ciência aos treinamentos em esportes de equipe modificou muitas das atuações e rotinas de preparação dos atletas. A quantificação de tudo o que acontece durante os treinamentos é um dos grandes objetivos dos técnicos.
Não existem precedentes para esta situação, na qual o esporte profissional em todo mundo está atravessando, em função da pandemia do coronavírus. A grande maioria dos atletas têm enfrentado, acima de tudo, grandes incertezas.